sexta-feira, 29 de junho de 2018

Egos

Na escrita, como em qualquer outro meio, seja profissional ou apenas um hobby, há os óptimos, os muito bons, os bons, os assim-assim, os nem por isso, os maus, os muito maus e por fim, os péssimos. Isto é a minha visão, e os adjectivos que me surgiram neste momento. Depois, é vermos um óptimo junto de um péssimo, na mesma partilha de “dons”. Enquanto o óptimo, por vezes, até com um percurso literário e de vida, reconhecido internacionalmente, quase passa despercebido na sua simplicidade, o péssimo, deambula entre palavras e gostos do Facebook, enaltece o seu próprio “ego”, que até ficamos na dúvida sobre a nossa própria avaliação e de imediato pensamos em comprar algo da sua “obra”, se é que existe, por vezes, não existe, para tirarmos as nossas dúvidas. Se acaso encontramos algo já publicado, nem sempre conseguimos chegar ao fim da leitura, pois a sua “obra” é tão, mas tão, fraquinha, que tentamos de imediato, encontrar outro adjectivo, abaixo de péssimo. Mas pronto, lá diz o ditado popular “PRESUNÇÃO E ÁGUA BENTA, CADA UM TOMA A QUE QUER”. Maria Antonieta Oliveira AVOZITA 29-06-2018

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